A arte como forma de inclusão

A arte está presente em nosso cotidiano. Seja no formato de um quadro pendurado na sala de recepção do médico, uma música que ouvimos na rádio enquanto vamos para o trabalho ou mesmo na apresentação teatral que assistimos para nos entreter no final de semana.

No universo infantil, não é diferente. O ideal é que as crianças tenham contato e compreendam a arte o quanto antes, pois isso pode ajudá-las no desenvolvimento. Além disso, a arte como forma de inclusão tem sido cada vez mais visada, entre adultos e crianças.

Estar em contato com a arte desde cedo pode ajudar os pequenos a desenvolverem vários aspectos importantes, como o senso de criatividade, sensibilidade, além de potencializar as capacidades intelectuais e aprender a expressar as emoções.

Um exemplo de como essa relação pode ser benéfica é o da britânica Iris Halmshaw, de três anos. Diagnosticada com autismo aos 12 meses, a menina tem dificuldades em interagir socialmente e de se comunicar verbalmente. No entanto, descobriu um talento ao ganhar da avó um cavalete e tintas de pintura.

Além de funcionar como terapia, a pintura também se tornou algo mais: uma fonte de renda para o futuro da pequena. Hoje, Iris cria suas obras num estúdio montado especialmente para ela, e suas pinturas já foram adquiridas por mil e quinhentos dólares.

Fonte Leiturinha

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